segunda-feira, 30 de julho de 2012




Os sete saberes necessários à educação do futuro segundo Edgar Morin.

  1. Conhecimento;
  2. Conhecimento pertinente;
  3. Identidade humana;
  4. Compreensão humana:
  5. Incerteza;
  6. Condição Planetária;
  7. Antropo-ético.




Edgar Morin “expõe problemas centrais ou fundamentais que permanecem totalmente ignorados ou esquecidos e que são necessários para se ensinar no próximo século.”: As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; Os princípios do conhecimento pertinente; Ensinar a condição humana; Ensinar a identidade terrena; Enfrentar as incertezas; Ensinar a compreensão; A ética do gênero humano.



Defende a importância de se considerar erros e ilusões que podem ocorrer na transmissão de informação. Onde é destacado  os erros em vários aspectos e ilusão. A educação deve estar atenta aos erros,  ilusões, cegueira do conhecimento.



Concordo com a crítica de Morin, pois o conhecimento se dá a partir do momento que ele tem significado, ou seja é “decodificado ”conforme a vivência, experiência de cada um.
Sobre o conhecimento pertinente, temos que dizer que não é a quantidade de informações de dão sozinhas um conhecimento pertinente é mais a capacidade de colocar o conhecimento no contexto. Erramos quando ao ensinar privilegiamos o cálculo e esquecemos os fatores como aspectos humanos, sentimento, paixão, desejo, temores e medos segundo Edgar Morin.



Dentro desse contexto, devemos trabalhar para construir uma   Escola Cidadã cujo objetivo é preparar o cidadão para o mundo, viabilizando a sua cidadania, ensinando-o a respeitar e ser respeitado, ouvir e ser ouvido, respeitando suas diferenças e valorizando as habilidades de cada um.

Esse texto foi elaborado de forma colaborativa por:  Décio,  Idalina, Rúbia e Suely

domingo, 8 de julho de 2012

As competências do professor na atualidade: Limites e Possibilidades


Com o passar dos anos a forma do professor trabalhar “deveria” estar mudando. Hoje, o mercado de trabalho exige um profissional que saiba trabalhar em equipe e com projetos, que tenha autonomia e que esteja engajado em levar para a sala de aula práticas pedagógicas diferenciadas, onde o alvo seja a aprendizagem, que tenha como lema a luta contra o fracasso escolar e o desenvolvimento da cidadania.
O professor para trabalhar tanto na educação presencial, quanto online deve:
Conhecer, para determinada disciplina, os conteúdos a serem ensinados e sua tradução em objetivos de aprendizagem
Trabalhar a partir das representações dos alunos
Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem
Construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas
Envolver os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento
Conceber e administrar situações-problema ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos
Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, de acordo com uma abordagem formativa
Fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão
Administrar a heterogeneidade no âmbito de uma turma
Abrir, ampliar a gestão de classe para um espaço mais vasto
Desenvolver a cooperação entre os alunos e certas formas simples de ensino mútuo
Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com o saber, o sentido do trabalho escolar e desenvolver na criança a capacidade de auto-avaliação
Favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno
Elaborar projetos em equipe
Enfrentar e analisar em conjunto situações complexas, práticas e problemas profissionais
Administrar crises ou conflitos interpessoais
Explorar as potencialidades didáticas dos programas em relação aos objetivos do ensino das novas tecnologias
Comunicar-se à distância por meio da telemática
Utilizar as ferramentas multimídia no ensino
Competências fundamentadas em uma cultura tecnológica
Participar da criação de regras de vida comum referentes à disciplina na escola, às sanções e à apreciação da conduta
Analisar a relação pedagógica, a autoridade e a comunicação em aula
Desenvolver o senso de responsabilidade, a solidariedade e o sentimento de justiça
Saber explicitar as próprias práticas
Estabelecer seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação continua
Negociar um projeto de formação comum com os colegas (equipe, escola, rede)
Envolver-se em tarefas em escala de uma ordem de ensino ou do sistema educativo
Acolher a formação dos colegas e participar dela
Ser agente do sistema de formação continua

Pontos positivos na minha vida profissional:
Envolvimento em atividades em todo o sistema educativo;
Disponibilidade em ensinar-aprender, principalmente no que diz respeito às tecnologias;
Necessidade de mudança da prática pedagógica;
Conceber e administrar situações-problema ajustadas ao nível e às possibilidades dos meus pares


Pontos negativos:
Elaborar projetos em equipe
Administrar a heterogeneidade no âmbito de uma turma
Competências fundamentadas em uma cultura tecnológica

Para administrar os problemas que acredito que eu possa ter estarei sempre disposta a ouvir a opinião de mes pares, estudar sempre e principalmente estar atenta a essas possíveis dificuldades.
Esse texto foi elaborado à partir do livro "10 novas competências para Ensinar" de Phillipe Perrenoud